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Após mudanças na preparação, policial judicial conquista aprovação no ENAM 2026.1

Aos 38 anos, Silas França concilia 12 anos no Poder Judiciário com os estudos para a Magistratura e encontrou no planejamento direcionado uma nova maneira de estudar

A aprovação no Exame Nacional da Magistratura (ENAM) 2026.1 marcou mais uma etapa na trajetória de Silas França, de 38 anos. Natural de Feira de Santana, na Bahia, e atualmente morando em João Pessoa, na Paraíba, ele trabalha como policial judicial federal na Justiça Federal da Paraíba, vinculada ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5).

Formado em Ciências Contábeis e em Direito, Silas está há 12 anos no Poder Judiciário da União. Antes de chegar à Justiça Federal da Paraíba, onde está há cinco anos, trabalhou durante sete anos no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2).

O objetivo atual é a Magistratura, embora ele também considere outras carreiras jurídicas, como Ministério Público e Procuradorias.

No caminho até a aprovação no ENAM, foram diferentes tentativas, mudanças na rotina e também dificuldades pessoais. A preparação ganhou outra direção depois que Silas conheceu o Magistrar e percebeu que estava concentrando esforços em conteúdos que, segundo sua avaliação, não tinham a mesma relevância nas provas.

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Do início nos concursos às primeiras aprovações

Silas começou a estudar para concursos em 2008. A primeira aprovação veio em 2009, na Polícia Militar da Bahia, mas a trajetória não parou ali. Ao longo dos anos, ele também conseguiu aprovação em concursos do TRT de Campinas, TRT de São Paulo, TRF-5 e TRF-3, enquanto construía uma carreira no serviço público.

“Eu comecei a estudar para concursos em 2008. Depois vieram várias aprovações e fui entendendo cada vez mais que queria seguir nas carreiras jurídicas”, conta.

A experiência acumulada ajudou a aproximá-lo do objetivo que mantém atualmente. Depois de passar por diferentes concursos, Silas direcionou a preparação para a Magistratura e passou a utilizar o ENAM como uma das etapas desse caminho.

A primeira experiência no exame aconteceu já na edição inaugural. Silas foi aprovado pela modalidade destinada a candidatos negros, mas não conseguiu validar o resultado porque não havia apresentado uma certidão exigida pelo Tribunal de Justiça. Na segunda edição, ficou a poucos pontos da aprovação.

As duas edições seguintes aconteceram em meio a dificuldades pessoais e familiares, incluindo a morte do pai. Ainda assim, Silas continuou tentando. Foi na preparação para a quarta edição que a história com o Magistrar começou.

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A revisão de véspera que apresentou o Magistrar

O primeiro contato mais próximo com o Magistrar aconteceu durante a revisão de véspera do ENAM. A experiência fez Silas olhar para a própria preparação de outra maneira, principalmente porque ele percebeu que vinha escolhendo os assuntos a partir daquilo que imaginava que poderia ser cobrado.

“Antes do Magistrar, eu focava nos assuntos que eu achava que iam cair, mas muitos não eram tão frequentes”, explica.

A percepção não significava falta de estudo. O ponto era entender onde colocar o esforço. Ao conhecer a metodologia e acompanhar os professores, Silas passou a buscar uma preparação mais direcionada para o perfil do exame.

Foi também nesse período que conheceu o professor Alexandre Piovesan, que se tornou uma das principais referências de Silas durante a preparação. “Ele é uma referência no mundo dos concursos e também como pessoa”, afirma.

A mudança ganhou força na reta final, quando decidiu aderir à assinatura Vitalícia e concentrar sua preparação dentro da plataforma.

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Vitalícia, Lei Seca e o direcionamento de Alexandre

Com a Vitalícia, Silas passou a ter acesso ao conjunto de conteúdos do Magistrar e organizou a preparação para o ENAM 2026.1 a partir de um planejamento específico. Entre os recursos utilizados esteve o cronograma de 60 dias elaborado por Piovesan.

O cronograma teve um papel importante porque resolveu justamente uma questão que vinha aparecendo nas tentativas anteriores: a dificuldade de definir o que deveria receber prioridade.

“O cronograma foi fundamental porque o estudo ficou direcionado”, conta.

O método também envolveu a leitura diária da Lei Seca, com a professora Isadora, incorporada à rotina como uma atividade constante. Para Silas, o contato repetido com a legislação ajudou a consolidar uma parte importante da preparação.

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A principal mudança, porém, estava na confiança em uma orientação externa para definir as prioridades. “Parei de focar naquilo que eu achava que ia cair e passei a focar no que o Alexandre dizia que provavelmente seria cobrado”, explica.

A relação construída com Alexandre também ultrapassou a utilização do cronograma. Para Silas, o professor se tornou uma referência ao longo da preparação, tanto pelo direcionamento para os concursos quanto pela relação pessoal construída nesse período.

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O dia da prova

A preparação chegou à reta final com Silas seguindo o cronograma de 60 dias e mantendo os conteúdos considerados prioritários. Mesmo assim, a participação no ENAM 2026.1 quase foi comprometida por problemas que surgiram na véspera. “Alguns problemas na véspera poderiam ter me impedido de fazer a prova”, relata.

Silas conseguiu comparecer ao exame e realizou a avaliação. Depois de experiências anteriores no ENAM, aquela prova representava mais uma oportunidade de transformar as mudanças feitas na preparação em resultado.

A aprovação confirmou que, desta vez, ele havia conseguido superar a etapa. Para Silas, o processo teve como principal diferença a possibilidade de chegar ao exame com uma estratégia mais definida, sem depender apenas das próprias apostas sobre quais conteúdos poderiam ser cobrados.

O resultado também veio depois de uma sequência de tentativas que incluiu uma aprovação que não pôde ser validada, uma reprovação por poucos pontos e períodos em que questões pessoais interferiram na preparação.

Magistratura segue como próximo objetivo

A aprovação no ENAM 2026.1 representa uma etapa dentro de um projeto profissional maior. Silas continua tendo a Magistratura como principal objetivo, embora também considere carreiras no Ministério Público e em Procuradorias.

A partir de agora, a preparação muda novamente de foco. O desafio que ocupou as últimas tentativas, conquistar a aprovação no ENAM, foi superado, e Silas passa a utilizar essa conquista como parte do caminho até a carreira que pretende seguir.

A experiência também deixou uma mensagem para quem ainda está tentando. Depois de diferentes edições do exame, Silas destaca que a reprovação não precisa representar o fim da preparação, mas pode servir para identificar aquilo que precisa ser modificado.

“Não desistam. Muitas pessoas tentaram mais de uma vez e conseguiram”, aconselha.

Para ele, continuar também significa observar os próprios erros e ajustar a estratégia. “Continuem porque vocês podem estar muito próximos do objetivo”, finaliza.

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