A aprovação no ENAM 2026.1 representa, para Daiane Pereira Alves Cirilo, a conquista de uma etapa importante na trajetória rumo à Magistratura. Aos 36 anos, a advogada acumula experiências e tentativas que ajudaram a transformar sua preparação e, depois de quatro exames sem conseguir a habilitação, alcançou o resultado esperado na quinta edição.
A história de Daiane com o Direito começou de uma maneira que ela considera marcada por propósito. Antes de ingressar na faculdade, havia sido convocada para realizar a matrícula no curso de bacharelado em Ciências Ambientais da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). A convocação ocorreu apenas um dia depois de ela efetivar sua matrícula no curso de Direito.
“Hoje consigo olhar para trás e entender que para tudo há um propósito”, conta.
Após a graduação, Daiane iniciou, no mesmo ano, os estudos voltados para as carreiras jurídicas. Inicialmente, seu objetivo era se tornar promotora de Justiça. Com o tempo, porém, percebeu que sua preparação estava cada vez mais direcionada para a Magistratura.
“Nem sei bem explicar, mas acredito que também somos escolhidos”, afirma.
A trajetória até a aprovação no ENAM
Com a criação do Exame Nacional da Magistratura (ENAM) como requisito para participação nos concursos da Magistratura, Daiane passou a direcionar sua preparação para a prova.
Nas duas primeiras edições que realizou, ficou a poucos pontos da habilitação. A experiência fez com que ela identificasse a necessidade de compreender melhor o estilo de cobrança da banca organizadora, a FGV.
“Foi quando eu percebi que eu tinha que focar nas provas e no estilo da FGV”, relata.
No terceiro exame, Daiane chegou a conquistar uma habilitação sub judice após enfrentar um problema relacionado ao envio do diploma. A situação, entretanto, trouxe insegurança para a continuidade dos estudos.
Segundo ela, a incerteza sobre a habilitação fez com que não conseguisse avançar da maneira que gostaria na preparação para as provas da Magistratura.
No quarto ENAM, mesmo após toda a experiência acumulada, a pontuação necessária ainda não veio.
“Parecia que não era para ser”, relembra.
Foi nesse momento que uma indicação de uma amiga a levou a conhecer o Magistrar.
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Magistrar ajudou a identificar pontos fracos
Ao iniciar a preparação com o Magistrar, Daiane percebeu que precisava fortalecer dois pontos importantes: a leitura da lei seca e o estudo de jurisprudência.
A partir dessa identificação, passou a direcionar os estudos de maneira mais direcionada para o quinto exame, seguindo um cronograma e utilizando os recursos disponibilizados pelo curso.
“Percebi as minhas deficiências na leitura de lei seca e estudo de jurisprudência. Foquei no quinto exame e em meu cronograma de estudos”, explica.

Para Daiane, ter um planejamento estruturado e o suporte que não havia encontrado anteriormente fez diferença durante a preparação.
“Sentia que estava no caminho certo e com um suporte que eu nunca tive antes”, afirma.
A preparação também ganhou um significado especial com a proposta do projeto “ENAM nunca mais”, que, para a candidata, representava o desejo de encerrar o ciclo de tentativas e avançar definitivamente em direção ao objetivo profissional.

Lei seca, informativos e simulados fizeram parte da rotina
Entre os recursos do Magistrar que mais contribuíram para sua preparação, Daiane destaca as leituras de lei seca e informativos, organizadas de acordo com o cronograma de estudos.
Segundo ela, a facilidade de encontrar os conteúdos necessários para cada dia ajudou na organização da rotina.
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Os simulados semanais também tiveram papel importante na preparação, permitindo que ela acompanhasse seu desempenho e se acostumasse com o formato da prova.
Outro destaque foram as revisões de véspera.
“As revisões de véspera foram essenciais. O formato de antecipar uma revisão bem antes da prova e a outra um dia antes foi muito inteligente”, avalia.
A combinação entre conteúdo, planejamento, simulados e revisões ajudou Daiane a chegar mais preparada ao quinto exame.
A notícia da habilitação
Depois de tantas tentativas, a aprovação no ENAM 2026.1 trouxe, além da conquista, uma sensação de alívio.
Dessa vez, Daiane não precisaria depender de uma habilitação sub judice para seguir sua trajetória de estudos para a Magistratura.
“Foi então que chegou a notícia da habilitação e o alívio de não depender da habilitação sub judice como alicerce para seguir essa trajetória de estudos.”
Para a candidata, a experiência acumulada ao longo dos exames anteriores foi fundamental para chegar ao resultado. As tentativas que não deram certo ajudaram a identificar falhas e ajustar a preparação.
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Próximo objetivo: a aprovação na Magistratura
A habilitação no ENAM 2026.1 não representa o ponto final para Daiane. Pelo contrário: é mais uma etapa de uma trajetória que começou ainda durante a graduação e que agora segue em direção às provas da Magistratura.
“Só posso dizer que o Magistrar foi a minha melhor escolha durante toda a preparação para o exame, me fazendo perceber as minhas falhas de estudos”, afirma.
A candidata pretende continuar estudando até conquistar a aprovação definitiva na carreira.
“Seguirei com os estudos até chegar o dia em que farei a minha última prova. No tempo certo eu retornarei aqui para contar como foi a caminhada até a data da posse.”
A história de Daiane mostra que a aprovação pode ser resultado não apenas de persistência, mas também da capacidade de reconhecer as próprias dificuldades, ajustar a metodologia e manter o foco diante dos resultados anteriores.
Depois de quatro tentativas, a habilitação no ENAM 2026.1 marca uma nova fase em sua caminhada rumo à Magistratura.
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